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Velas de São Jorge

 

Igreja Matriz

 

Igreja do século XVII, com vitral contemporâneo, testemunhando a lenda de São Jorge a matar o dragão.

 

Igreja de Santa Bárbara nas Manadas

 

Classificada como Monumento Nacional, a sua fachada não é exuberante, embora seja harmoniosa e equilibrada, não deixando antever o esplendor do seu interior. Reconstruída em 1770, junto à primitiva Igreja de Santa Bárbara datada de 1485 e que ainda existe funcionando como sacristia, foi colocada talha dourada, quadros pintados sobre madeira e seis painéis de azulejos setecentistas que retratam a vida de Santa Bárbara.

 

Paços do Concelho

 

Imóvel classificado, apresenta uma arquitectura de características barrocas. Construído no século XVIII, aqui funcionava também o tribunal e a cadeia, mantendo-se as respectivas grades até hoje. O portão de entrada é aparatoso, ladeado por colunas salomónicas, torsas de alto relevo, tendo na fachada as armas portuguesas, gravadas em cantaria basáltica.

 

 

Centro de Exposição Rural

 

Situado na freguesia da Urzelina, está instalado nos antigos Armazéns da Laranja. O cultivo e a exportação da laranja foi de extrema relevância para a economia da ilha desde o século XVII até cerca de 1870.

 

 

Portão do Mar

 

Construído em 1797 e 1799 como parte do sistema defensivo das Velas em que as muralhas eram fechadas por portões.

 

 

Solar dos Cunha e Silveira

 

Grande solar urbano, do século XIX, cuja arquitectura é de feição erudita. Neste solar foram recebidos D.Pedro IV, aquando da sua visita à Ilha e o General Carmona.

 

 

Solar dos Noronha

 

Datado do século XVIII e com uma ermida anexa, é um dos expoentes máximos do barroco civil.

 

 

Calheta de São Jorge

 

Solar e Ermida de Santo António

 

Edifico construído no início do século XIX, a ermida dedicada a Santo António, de linhas simples, foi construída em 1816 e posteriormente restaurada.

 

 

Museu de São Jorge

 

É um museu de ilha, localizado no centro da Vila da Calheta. O museu não tem exposições permanentes, pelo que o seu espólio, na área da etnografia/etnologia, bem como colecções de outras entidades e instituições ou privadas são apresentados em exposições semi-temporárias, numa base temática.

 

 

Fajãs

 

Fajã dos Vimes

 

Famosa pelas colchas de lã em ponto alto e pelo café ali produzido e servido no café local.

 

 

Fajã da Caldeira de Santo Cristo

 

Célebre pela sua lagoa, local único, nos Açores, onde é possível encontrar amêijoas.

 

 

Madalena do Pico

 

Montanha do Pico

 

Classificada como Reserva Natural, a Montanha do Pico, com 2351 m de altura, merece a pena uma subida. Coroada pelo Pico Grande, cratera arredondada tem cerca de 700 m de perímetro e profundidade que atinge os 30 m. Numa extremidade da cratera surge o cone vulcânico do Piquinho ou Pico Pequeno, com cerca de 70 m de altura, de cuja base emanam "fumarolas" e que constitui o cume da montanha.

 

 

"Mistérios"

 

Campos de lava provenientes de erupções registadas já após o povoamento da ilha, receberam o nome de "mistérios" por não ser conhecida explicação para os fenómenos vulcânicos e, sobretudo, pelos efeitos das erupções que destruíram os terrenos de cultura, tornando-os improdutivos. Cobertos de arvoredo mais ou menos denso, espalham-se por toda a ilha, marcando com o negro da lava a paisagem circundante. Destaque para o "mistério" das Bandeiras resultado da erupção de 1718.

 

 

Paisagem Protegida da Cultura da Vinha do Pico

 

Classificada como Património Mundial da UNESCO, é constituída pelo labirinto dos currais de pedra solta, servindo de abrigo às cepas de vinha.

 

 

Gruta das Torres

Descoberta em 1990, a Gruta das Torres está faz parte da formação dos Lajidos-Gruta das Torres, inserida no complexo vulcânico da montanha, originada muito provavelmente num intervalo de tempo estimado entre os 500 e os 1500 anos atrás. Trata-se do maior tubo lávico conhecido em Portugal, com extensão de 5150 mt. Foi formado a partir das lavas de uma erupção vulcânica com origem no Cabeço Bravo. O túnel principal desenvolve-se ao longo de 4480 mt e é na sua maior parte de grandes dimensões, podendo atingir alturas de 15 mt, ao contrário dos túneis secundários laterais e superiores, com dimensões mais reduzidas mas com estruturas geológicas muito variadas.

 

 

Maroiços

 

Estruturas piramidais construídas a partir do amontoado de rocha basáltica, retirada dos terrenos.

 

 

Adegas

 

Por toda a ilha mas sobretudo nas freguesias deste Concelho, junto ao mar, encontram-se núcleos de adegas privadas. Com um interessante papel social, os proprietários são muito hospitaleiros convidando os visitantes a provar o vinho.

 

 

Solares do Verdelho – dos Salemas, dos Salgueiros, dos Lima, dos Arriaga

 

Antigos solares, construídos nos séculos XVIII e XIX, propriedade de famílias abastadas da Ilha do Faial, que exploravam os seus terrenos para a produção de vinha e vinho. Ainda hoje, estas casas solarengas testemunham o período aúreo do Ciclo do Vinho.

 

 

Casa Conventual dos Jesuítas

 

Situada no lugar dos Toledos, freguesia da Madalena, é uma construção do século XVIII, constituída por habitação e adega com lagar. A casa possui um grande portão, denominado Portão do Sol.

 

 

Museu do Vinho

 

Instalado no antigo Convento de Carmelitas, construído nos séculos XVII e XVIII, apresenta edifício principal com uma exposição permanente de elementos relacionados com o Ciclo do Vinho, pequena loja de venda de vinhos, adega com o lagar e jardim de dragoeiros.

 

 

 

 

Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico

 

Criada em 1951, com o intuito de revitalizar e salvaguardar a produção deste vinho. Em 1997 esta entidade lançou no mercado o vinho licoroso Lajido, VLQPRD, herdeiro do Verdelho de séculos anteriores. Actualmente e para além deste vinho, produz “Terras de Lava”, tinto e branco; “Basalto”, tinto; e “Frei Gigante” e “Cavaco”, brancos.

 

 

Lajes do Pico

 

Museu dos Baleeiros

 

Instalado na antiga Casa dos Botes, cujo espólio agrega ferramentas e utensílios de trabalho, a loja do ferreiro, o bote baleeiro, e demais relíquias associadas à baleação.

 

 

Vigias

 

Localizadas em pontas estratégicas da ilha, as Vigias de Baleia continuam de pé a cumprir a sua função na descoberta de cetáceos. São um símbolo hoje relançado.
Além de testemunho histórico as vigias são hoje procuradas por quem deseja um contacto mais de perto com o Whale Watching ou, simplesmente, para disfrutar de esplêndidas paisagens.

 

 

Ermida de São Pedro

 

É tida como o primeiro templo da ilha e terá sido dedicada a este orago em homenagem ao primeiro pároco, Frei Pedro Gigante (1460). Este imóvel foi recentemente restaurado. Está classificado como "Imóvel de Interesse Público".

 

 

"Mistérios"

 

Campos de lava provenientes de erupções registadas já após o povoamento da ilha, receberam o nome de "mistérios" por não ser conhecida explicação para os fenómenos vulcânicos e, sobretudo, pelos efeitos das erupções que destruíram os terrenos de cultura, tornando-os improdutivos. Cobertos de arvoredo mais ou menos denso, espalham-se por toda a ilha, marcando com o negro da lava a paisagem circundante. Destaque para os "mistérios" do Soldão e de São João em resultado das erupções de 1718 e 1720, respectivamente.

 

 

Queijarias tradicionais

 

Para além das queijarias mais recentes que produzem o Queijo do Pico DOP, vale a penar visitar uma unidade de produção de manteiga, construída no início do século XX, e que se situa nas terras altas da Ilha do Pico junto à Lagoa do Paul o que permitia a utilização abundante de água.

 

 

São Roque do Pico

 

Património Mundial da Cultura da Vinha do Pico

 

Classificada como Património Mundial da UNESCO, é constituída pelo labirinto dos currais de pedra solta, servindo de abrigo às cepas de vinha.

 

 

Núcleo expositivo do Lajido e Alambique

 

Sito no Lajido de Santa Luzia – um dos dois núcleos da Paisagem Património da Humanidade - abrange adega e respectivo lagar e alambique, este ainda em funcionamento. Nas proximidades encontra-se um poço de maré, as ruínas do Forno dos Frades (pensa-se que terá servido para a secagem de figos, cuja produção está estreitamente ligada à da vinha), os antigos Tanques de fermentação de figos, para produção de aguardente e o Solar dos Salgueiros.

 

 

Cerca dos Frades

 

Pequeno convento, construído no século XIX, localizado em Baía de Canas e constituído por vários edifícios como sejam o refeitório, cozinha, currais para os animais e terrenos com currais de vinha. Possui uma pequena ermida dedicada a Nossa Senhora das Dores.

 

 

Museu da Indústria Baleeira

 

Instalado no edifício da antiga Fábrica das Armações Baleeiras, que funcionou entre 1946 e 1984, foi inaugurado em 1994. É considerado como um dos melhores museus industriais do género, exibindo caldeiras, fornalhas, maquinaria e outros apetrechos usados no aproveitamento e transformação dos cetáceos em óleo e farinha.

 

 

Igreja e Convento de São Pedro de Alcântara

 

Convento, cuja construção deve-se a Frei Inácio do Desterro, frade franciscano, surgiu da necessidade de albergar os frades franciscanos das lajes do Pico que, na sequência da erupção vulcânica de 1718 tinham vinho socorrer a população. Possui igreja, claustro e corpos adjacentes característicos da sua função conventual. No edifício ainda se mantém o local do antigo refeitório, celas e outras instalações. A cozinha original (de grandes dimensões) foi completamente destruída. O claustro, quadrangular, tem ao centro um cruzeiro. Após a saída dos frades o convento serviu de estabelecimento prisional, tribunal, repartição de finanças, câmara municipal, sala de espectáculos (cinema), sede de associações culturais e desportivas, etc.

 

 

Escola de Artesanato de Santo Amaro

 

Situado na freguesia de Santo Amaro é em simultâneo uma escola de artesanato e núcleo expositivo do quotidiano rural.

 

 

Casa Preta (galeria)

 

Galeria instalada numa casa rural restaurada, situada na freguesia de Santa Luzia.

 

 

"Mistérios"

 

Campos de lava provenientes de erupções registadas já após o povoamento da ilha, receberam o nome de "mistérios" por não ser conhecida explicação para os fenómenos vulcânicos e, sobretudo, pelos efeitos das erupções que destruíram os terrenos de cultura, tornando-os improdutivos. Cobertos de arvoredo mais ou menos denso, espalham-se por toda a ilha, marcando com o negro da lava a paisagem circundante. Destaque para os "mistérios" da Prainha e de Santa Luzia, em resultado das erupções vulcânicas de 1572 e 1718, respectivamente.

 

 

Horta

 

Caldeira

 

Classificada como Reserva Natural, é uma cratera de um dos vulcões que deu origem à Ilha do Faial. É uma grande depressão vulcânica com cerca de 1450mt de diâmetro e 400 mt de profundidade.

 

 

Vulcão dos Capelinhos

 

Vulcão cuja mais recente erupção data de 1957-58. Apresenta hoje um aspecto lunar.

 

 

Jardim Botânico

 

Castelo de Santa Cruz

 

Castelo de São Sebastião

 

Construído para defesa da enseada do Porto Pim

 

Colégio e Igreja dos Jesuítas

 

A sua construção iniciou-se em 1719, não tendo sido concluído devido à extinção da Companhia de Jesus, que nos Açores ocorreu em 1759. Actualmente, estão aqui instalados os Paços dos Concelho. A Igreja de arquitectura barroca data de 1680. No interior destacam-se os azulejos e os trabalhos de talha dourada.

 

 

Igreja de São Francisco

 

É um edifício do século XVII, outrora integrando um Convento Franciscano, de inícios do século XVI. O seu interior é surpreendente, pelo seu altar-mor e restantes altares, em talha dourada, madeiras exóticas, telas e azulejos. É considerado um dos melhores conjuntos de arte sacra dos Açores.

 

 

Convento e Igreja do Carmo

 

O primitivo Convento do Carmo começou a ser construído em 1652, tendo sido entregue à Ordem Terceira do Carmo, em 1836, na sequência da extinção das Ordens Religiosas em Portugal. Por sua vez, na Igreja, de estilo barroco, destacam-se o trono e altares laterais, em talha dourada, bem como os painéis de azulejos.

 

 

Marina da Horta

 

Uma visita pela marina permite contemplar os paredões com testemunhos dos iatistas sob a forma de pinturas, cumprindo a tradição e a lenda associada, segundo a qual, o iatista mais afoito que não quiser deixar o seu testemunho na pedra terá uma má viagem.

 

 

Peter Café Sport

 

Na segunda metade do século XIX, o comerciante Ernesto Azevedo possuía um bazar de artesanato no Largo do Infante – Bazar of Fayal Manufactures & Products – que se dedicava ao comércio de produtos locais (rendas, bordados, cestos e chapéus de palha e outros). Com a transição de século, o bazar passaria para edifício ao lado da actual localização do Peter Café, chamando-lhe Azorean House, mantendo o comércio de artesanato mas passando também a vender bebidas. Em 1918, o filho Henrique Azevedo assume o negócio e muda-lhe o nome para Café Sport. No início da II Guerra, o neto José Azevedo tornou-se amigo de um graduado, chefe de serviço de munições e manutenção do navio Lusitânia II e este achando o José parecido com um seu filho de nome Peter passou a dirigir-se a este por esse nome. Actualmente para além do café, existe loja de recordações e serviço de animação turística.

 

 

Santa Cruz das Flores

 

Convento de São Boaventura e Igreja de Nossa Senhora da Conceição

 

A Igreja do Convento de São Boaventura datado de 1641, possui um belo coro em talha de madeira de cedro.

 

 

Museu Etnográfico

 

Alojado no Convento de São Boaventura, antigo convento franciscano e que contém achados de naufrágios, loiça em barro típica dos Açores, móveis e ferramentas agrícolas e de pesca, para além de uma guitarra feita de osso de baleia, a recordar que a pesca do cetáceo já foi uma actividade importante da ilha.

 

 

Lagoas

 

As lagoas da ilha das Flores são superfícies de água em caldeiras vulcânicas rodeadas de flores. A Lagoa Funda ou Verde, tem pequenos areais, para além das seis restantes - Branca, Seca Comprida, Rasa, Lomba, e Funda das Lajes.

 

 

Azenhas e Moinhos de Água

 

Trazidos pelos primeiros povoadores muitos desses engenhos de aproveitamento da força útil da água ainda hoje moem o trigo e o milho e situam-se nas principais ribeiras da ilha. Outras, abandonadas, testemunham o preço do progresso e as suas ruínas evocam séculos de labor incessante.

 

 

Lajes das Flores

Cascata da Ribeira Grande

Localizado na Fajãzinha, que se precipita a uma altura de 300 metros

Rocha dos Bordões

 

Situado na encosta Oeste da ilha, é um morro que resultou de um curioso fenómeno geológico originado pela solidificação do basalto em altas estrias verticais.

 

 

Lagoas

 

As sete lagoas da ilha das Flores são superfícies de água em caldeiras vulcânicas rodeadas de flores. A Lagoa Funda ou Verde, com pequenos areais e as seis restantes - Branca, Seca Comprida, Rasa, Lomba, e Funda das Lajes.

 

 

Azenhas e Moínhos de Água

 

Trazidos pelos primeiros povoadores muitos desses engenhos de aproveitamento da força útil da água ainda hoje moem o trigo e o milho e situam-se nas principais ribeiras da ilha. Outras, abandonadas, testemunham o preço do progresso e as suas ruínas evocam séculos de labor incessante.

 

 

Corvo

Caldeirão

 

Cratera do antigo vulcão que deu origem à ilha e forma o Monte Grosso tem 300 metros de profundidade e 3400 metros de perímetro. No fundo duas calmas lagoas com pequenas ilhotas que a tradição associa à representação do arquipélago dos Açores (excluindo as Flores e o Corvo).

 

 

Moínhos

 

Parentes próximos dos engenhos que os mouros deixaram no Continente, os moinhos de vento do Corvo são diferentes dos das outras ilhas nas suas velas triangulares de pano, no mecanismo interior que faz rodar a cúpula para acompanhar os ventos. Troncos de cone de pedra negra, atarracados, apenas têm como abertura para o exterior.

 

Igreja de Nossa Senhora dos Milagres

 

A Igreja construída no século XVIII, contempla uma imagem flamenga do século XVI, da padroeira da ilha.